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Crise marca discurso de posse dos novos prefeitos

Uma análise dos discursos de posse dos prefeitos de cinco capitais brasileiras mostra que as promessas de 2013 deram lugar ao temor pela crise em 2017

Por Pieter Zalis 8 jan 2017, 07h57

Quanta coisa mudou em quatro anos. Os prefeitos que tomaram posse em 2013 prometiam mundos e fundos, grandes obras, investimentos. Em 2017, o tom foi completamente outro. Com boa parte das prefeituras do país quebradas, os discursos de posse neste ano refletiram as perspectivas sombrias pela frente. É o que revela um levantamento feito por VEJA, em parceria com a Abril Big Data, nas falas inaugurais dos prefeitos de cinco capitais brasileiras, em 1º de janeiro de 2013 e de 2017: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. No Rio, Marcelo Crivella (PRB) citou cinco vezes a palavra “crise”, que não apareceu nem uma vez sequer no discurso de seu antecessor Eduardo Paes (PMDB), que falava das “oportunidades históricas” que a Olimpíada representaria para a cidade. Em São Paulo, onde a cerimônia não teve nem café para os convidados, João Dória (PSDB) mencionou duas vezes a necessária “austeridade”, palavra que não saiu da boca de seu antecessor, Fernando Haddad (PT), em 2013.

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