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CPMI do INSS não localiza ex-noiva de Vorcaro e considera condução coercitiva

Colegiado teria última oitiva nesta segunda, 23; ministro André Mendonça, do STF, determinou prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 mar 2026, 13h57 • Atualizado em 23 mar 2026, 18h57
  • O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou que a comissão avalia uma “provável” condução coercitiva da ex-noiva de Daniel Vorcaro, Martha Graeff. A modelo, que tinha depoimento previsto para esta segunda-feira, 23, não foi localizada pelo colegiado.

    Em seu pedido da oitiva, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) justificou que a ex-companheira do banqueiro era testemunha de diálogos e articulações de Vorcaro com diversas autoridades, entre elas o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O senador Jorge Seif (PL-SC), que também integra a CPMI, se manifestou sobre a convocação de Marhta Graeff e reiterou que o requerimento apresentado por ele e por outros parlamentares — tanto na CPMI do INSS quanto na CPI do Crime Organizado — não tem como objetivo devassar a vida pessoal dos envolvidos, mas sim buscar por informações de interesse público. A divulgação de mensagens pessoais entre Vorcaro e a noiva foi criticada pelas respectivas defesas.

    “É fundamental deixar claro: a CPI não está interessada em aspectos da vida íntima, pessoal ou qualquer tipo de exposição da senhora Marta Graeff. Isso não nos diz respeito e não é objeto da investigação”, diz Seif em nota divulgada nesta segunda, 23.

    “O que nos move é o interesse público. Conforme já apontado em investigações da Polícia Federal, há indícios de que ela possuía conhecimento relevante sobre as relações, agendas, viagens, encontros e negócios do senhor Vorcaro”, prosseguiu o senador, afirmando que as comissões de investigação não são “palco para exposição pessoal”, mas sim instrumento para apurar responsabilidades e identificar envolvidos.

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    Fim da CPMI

    Previsto para esta terça, 23, o depoimento do presidente da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), Rodrigo Assumpção, foi cancelado após o executivo ser internado.

    As participações de Graeff e Assumpção seriam as últimas da CPMI, que tinha prazo até 28 de março. No final desta tarde, no entanto, o ministro do STF André Mendonça determinou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 60 dias.

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