Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90

Coronel investigado por Operação Castelinho vira ‘número dois’ da Segurança em SP

Absolvido de acusações por massacre em Sorocaba, Henguel Ricardo Pereira chefiava a Defesa Civil do estado desde 2022

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 fev 2026, 17h10 • Atualizado em 2 fev 2026, 09h30
  • O coronel Henguel Ricardo Pereira, da Polícia Militar de São Paulo, assumirá o posto de secretário-executivo da Segurança Pública de São Paulo na próxima segunda-feira, 2. O cargo representa o segundo escalão da secretaria estadual, auxiliando diretamente o titular da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, nomeado em dezembro do ano passado.

    Desde 2022, Pereira atuava como coordenador da Defesa Civil do estado e também ocupava o posto de secretário-chefe da Casa Militar paulista, nomeado pelo então governador Rodrigo Garcia (sem partido). Como secretário-executivo da Segurança, ele sucederá o também coronel da PM Paulo Maculevicius Ferreira, braço-direito do então secretário Guilherme Derrite (PP), que deixou o posto para voltar à Câmara dos Deputados e preparar sua campanha eleitoral ao Senado em 2026.

    Segundo a SSP, a carreira de Henguel Pereira inclui atuações de resgate durante a queda de um avião da TAM, em 2007, que resultou na morte de 199 pessoas; o incêndio no Memorial da América Latina, em 2013; e as chuvas que devastaram o Rio Grande do Sul, em 2024. Ele também coordenou o envio de equipes de São Paulo à Turquia, em 2023, para auxiliar na emergência durante um terremoto de grande magnitude.

    Novo secretário-executivo foi investigado por massacre em Sorocaba

    Henguel Ricardo Pereira foi um dos policiais militares acusados pelo massacre da Operação Castelinho, ocorrida em 5 de março de 2002, quando doze pessoas foram executadas em Sorocaba (SP) durante um cerco da PM. Segundo a polícia, todas as vítimas seriam integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e estariam planejando o assalto a um avião de transporte de dinheiro no aeroporto do município.

    Em dezembro de 2003, o Ministério Público denunciou Pereira e outros 52 policiais militares, além de dois detentos, por homicídio triplamente qualificado, com motivo fútil e meio cruel, e emboscada. Mais de dez anos depois, em 2014, a Justiça de São Paulo decidiu absolver todos os investigados, afirmando que os PMs agiram em legítima defesa e que “a morte das vítimas se deu em razão da conduta delas próprias”.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).