Chefe da PF, Andrei Rodrigues completa três anos no cargo com avanços no combate ao crime
Levantamento exclusivo mostra como se deu o combate ao crime no país na atual gestão
O delegado Andrei Rodrigues completou recentemente três anos no comando da Polícia Federal. Um levantamento exclusivo mostra como se deu o combate ao crime no período.
Foram mais de 52.000 prisões, 80.000 investigados indiciados e mais de 16 bilhões de reais retirados do crime organizado.
A PF também prendeu mais de 500 investigados no exterior. Aqui no Brasil, foram 135 os foragidos internacionais localizados pelos investigadores.
Para Rodrigues, os dados são resultado do investimento na reestruturação da instituição e na criação de novas diretorias e unidades de investigação.
“A Polícia Federal é uma instituição de Estado, que não protege nem persegue e não se intimida diante de quem quer que seja. Nossa atuação é orientada pela excelência da prova, pela autonomia das equipes, por uma gestão responsável e pelo compromisso institucional com resultados concretos para a sociedade”, diz o diretor-geral.
Na gestão atual, a PF criou sete diretorias:
– Diretoria-Executiva;
– Diretoria de Polícia Administrativa;
– Diretoria da Amazônia e Meio Ambiente;
– Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos e respectivas projeções em todos os Estados;
– Diretoria de Cooperação internacional;
– Diretoria de Ensino da Academia Nacional de Polícia;
– Diretoria de Proteção à Pessoa.
Já nas superintendências estaduais foram criadas as Seções Regionais da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, conhecidas como Ficco, que estão em todos os estados.
Para Rodrigues, essas novas estruturas demonstram a capacidade da Polícia Federal em atual de modo integrado com outras forças policiais, para o combate ao crime organizado.
“Esse compromisso se reflete nos números mais recentes da instituição. Somente em 2025, a Polícia Federal instaurou mais de 44.000 inquéritos policiais, realizou mais de 3.000 operações e apreendeu cerca de 10 bilhões de reais do crime organizado”, diz Rodrigues.





