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Avião com brasileiros deportados pelos Estados Unidos pousa em Manaus

A previsão era que a aeronave pousasse em Belo Horizonte (MG), por volta das 20h, mas o trajeto até a capital mineira foi cancelado

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 jan 2025, 22h50 • Atualizado em 24 jan 2025, 23h04
  • O primeiro voo com brasileiros deportados pelos Estados Unidos após a posse de Donald Trump pousou na noite desta sexta-feira, 24, em Manaus (AM). A previsão era que a aeronave pousasse em Belo Horizonte (MG), por volta das 20h, mas o trajeto até a capital mineira foi cancelado.

    O voo decolou com 158 pessoas. Segundo o Itamaraty, o avião conta com 88 brasileiros expulsos do país americano, além de imigrantes de outros países.

    Apesar de ser o primeiro avião que chega ao Brasil com deportados após a posse de Trump, o voo não tem necessariamente relação com o novo presidente. Outro avião, com 100 brasileiros, chegou a Confins, em Belo Horizonte, no dia 10 de janeiro, ainda sob a gestão de Joe Biden. Esse tipo de voo ocorre com uma certa periodicidade, às vezes mensalmente, e outras vezes duas vezes por mês.

    Segundo uma fonte do Itamaraty, o governo Trump não teria nem tempo hábil para fazer uma operação para o retorno de tantos imigrantes ilegais a seus países de origem. “Muito provavelmente não tem ainda uma ligação com a política imigratória da era Trump”, disse.

    No entanto, como parte do discurso anti-imigração, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, publicou no X uma foto com uma fila de estrangeiros embarcando num avião com a legenda “os voos de deportação começaram”. Na quinta-feira, 23, Karoline anunciou que 538 imigrantes ilegais, de diferentes países, foram presos. O Itamaraty ainda não foi notificado sobre a existência de brasileiros nesta lista.

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    O retorno desses imigrantes ao Brasil ocorre no âmbito de um entendimento dos governos brasileiro e americano de 2017, durante o primeiro mandato de Trump com o então presidente Michel Temer. A partir de então, os brasileiros presos por imigração ilegal deveriam ser deportados de forma inapelável, ou seja, sem direito a recurso. Há quem veja que a medida, de certa forma, tem um caráter humanitário, uma vez que essas pessoas eram presidiárias nos Estados Unidos e seriam libertadas no Brasil.

    No segundo mandato, Trump dá indícios de que será ainda mais rígido em relação aos imigrantes. O discurso anti-imigração foi uma tônica da campanha do presidente americano, que na primeira semana no cargo, já adotou uma série de regras que endurecem a migração. Uma deles, contrário à Constituição, nega cidadania a filhos de imigrantes ilegais nascidos no país. A Justiça Federal já foi acionada e a Suprema Corte americana deve decidir sobre a legalidade do decreto.

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