Americanas: relatório aponta responsabilidade da diretoria e bancos
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro publicou nota esclarecendo a situação
O relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), publicado nesta quinta-feira, 23, apontou que a diretoria da Americanas e os bancos — seus principais credores — tinham conhecimento do real estado da empresa. “Elementos que podem levar a conclusão de que a diretora da Americanas não reportou ao comitê de auditoria interno a existência da operação de risco sacado”, aponta a nota dos administradores judiciais Bruno Rezende e Sergio Zveiter, apresentada ao juízo da 4ª Vara Empresarial do TJRJ. O material recolhido pela apuração dos agentes constatou inconsistências financeiras.
De acordo com o relatório, há margem para concluir que os bancos tinham conhecimento da operação, “o que que levou a um errôneo diagnóstico da saúde financeira da Americanas, sua percepção de valor e risco”. “A análise descritiva de que o cotejo das cartas de circularização das empresas de auditoria independente, com as informações prestadas pelos bancos ao Banco Central pode vir a demonstrar que os bancos reconheciam as dívidas bilionárias da Americanas ao Banco Central. Contudo, ao responderem às auditorias independentes para fim de aferição dos resultados da companhia, os bancos omitiam tal fato”, escreve o documento. Embora aponte o conhecimento dos bancos sobre as ações da empresa, a nota mantém em sigilo o nome das companhias.
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