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Advogada é acusada de golpe milionário no FGTS de técnico e jogadores de futebol

O treinador Oswaldo de Oliveira, além de atletas como Paolo Guerrero, Ramires e Cueva estariam na lista; PF investiga o caso

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 ago 2025, 14h01 • Atualizado em 9 ago 2025, 14h02
  • Uma advogada é investigada pela Polícia Federal, suspeita de aplicar golpes em jogadores e em um treinador de futebol. Joana Prado de Oliveira, que tem diversos clientes no meio esportivo, teria sacado quantias milionárias do FGTS dos atletas sem permissão, além de não repassar valores de ações movidas e vencidas na Justiça. A denúncia foi publicada nas redes sociais pelo técnico Oswaldo de Oliveira. Apenas no caso dele, Joana teria subtraído cerca de 3,1 milhões de reais. 

    Além do treinador, também estão na lista de atletas que acusam a advogada, de acordo com o portal g1, o equatoriano João Rojas, ex-São Paulo, Cueva, que atuou no clube da capital paulista e no Santos, Juninho, ex-zagueiro do Botafogo, o atacante Paolo Guerrero, ex-Corinthians, Flamengo e Internacional, o zagueiro Titi, atualmente no Goiás, além de Ramires, atleta com passagens por Chelsea, Cruzeiro e pela Seleção Brasileira. Ao todo, os valores subtraídos por Joana somariam 7,7 milhões de reais. 

    O técnico Oswaldo de Oliveira, do Palmeiras, corre risco de perder o cargo após mais um resultado ruim
    O técnico Oswaldo de Oliveira (Felipe Cotrim/VEJA.com)

    Na Polícia Federal, são dois inquéritos abertos contra a advogada por operações realizadas desde 2022. Ainda em abril, Oswaldo de Oliveira compartilhou em seu perfil nas redes sociais uma nota em que manifesta sua “profunda indignação diante dos reiterados casos de apropriação indevida”. Segundo o técnico, Joana “vem se utilizando de sua posição para, de forma criminosa, levantar, receber valores, sem jamais repassar os montantes devidos aos seus clientes”.  

    Já nesta sexta-feira, 9, o treinador voltou a publicar sobre o assunto. De acordo com ele, a advogada “roubou, “enganou, falsificou documentos e continuou vivendo uma vida de luxo às custas de nós trabalhadores”. “Cadeia é o mínimo pra quem tira comida da mesa dos outros! Minha intenção nessa missão é proteger todos os trabalhadores , profissionais e atletas que por muitas vezes são enganados pela falta de conhecimento”, completou, na legenda da publicação. 

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