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A senha era “Angorá”

Doleiro do Rio Grande do Sul foi encarregado de entregar 1 milhão de reais em dinheiro vivo ao ministro-chefe da Casa Civil

Por Thiago Bronzatto - 11 mar 2017, 08h00

Na edição desta semana, VEJA revela detalhes de como a construtora Odebrecht destinou 1 milhão de reais em espécie ao ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha em Porto Alegre. De acordo com delatores da empreiteira, esses recursos foram operados pelo doleiro gaúcho Antônio Cláudio Albernaz Cordeiro, conhecido como “Tonico”.

Em depoimento sigiloso prestado na Operação Lava-Jato, Tonico  confirmou que fazia transações escusas com a construtora. O doleiro também contou aos investigadores que, em meio às eleições de 2014, recebeu em seu escritório, em Porto Alegre, um “senhor alto, com idade aproximada de 55/60 anos e totalmente grisalho”.  Essa pessoa não se identificou. Disse apenas a senha “Angorá” para retirar 1 milhão de reais.

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