A realidade no camarote de Eduardo Paes após a passagem de Lula pela Sapucaí
Presidente acompanhou desfiles do primeiro dia no espaço, que agora voltou ao ritmo habitual
A passagem do presidente Luiz Inácio Lula Silva (PT) pela Marquês de Sapucaí movimentou a cena política no Rio e em Brasília. O camarote da prefeitura do Rio, de onde Lula assistiu parte dos desfiles, já não estava tão disputado nesta segunda, 16. Após a intensa circulação de autoridades, como ministros e deputados, além de advogados, empresários e artistas, as pulseiras VIP voltaram a seus donos de costume — secretários municipais, familiares e pessoas do seu círculo próximo.
O Palácio do Planalto exerceu um controle rígido sobre lista de convidados no domingo. E quem foi selecionado precisou enfrentar um intenso esquema de segurança para acessar o espaço reservado. Os que não estavam com nome na lista foram barrados na porta. Hoje as grades e detectores já haviam sido retirados e não havia escolta na entrada.
O camarote do governo também não está exatamente agitado. Ao contrário de anos anteriores, em que nomes graúdos da direita, como o senador Flávio Bolsonaro, marcaram presença no espaço, neste Carnaval a maioria dos convidados são secretários estaduais.





