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A reação de Lula ao ser aconselhado a decretar intervenção na segurança do Rio

Guerra ao crime organizado é hoje o tema mais delicado da agenda do governo petista, que vem perdendo debate para a direita

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 out 2025, 09h01 • Atualizado em 1 nov 2025, 11h24
  • Na conversa com ministros no Palácio da Alvorada, Lula foi aconselhado a decretar intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro e apoiar a ação policial do governo de Cláudio Castro — ainda que a esquerda estivesse massacrando o governador — contra o crime.

    O petista ainda estava sob forte impacto dos dados que mostraram a repercussão de sua desastrosa fala sobre traficantes serem vítimas de usuários.

    Ao analisar as questões envolvidas numa intervenção federal, o petista não mostrou vontade de assumir a crise de segurança no Rio, mas topou não criticar Cláudio Castro.

    O cenário apresentado a Lula numa eventual intervenção seria de limpa geral nas forças de segurança do Rio e comando direto das Forças Armadas e de outros órgãos do governo federal. Essa parte até animou o petista. A segunda é que foi determinante.

    “Não há dinheiro nem pessoal para uma missão desse porte agora. Além disso, seria um tiro no escuro”, diz um auxiliar de Lula.

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    A intervenção federal no Rio divide o Planalto por ser uma crise “sem fim” no médio prazo e de alto custo financeiro e político, já que poderia entrar no período eleitoral com a gestão petista ainda mergulhada nos conflitos dos morros cariocas.

    A ala que é contra tem um argumento direto: “A guerra é incontrolável. Não se controla a morte nem quem será culpado por ela”, diz o auxiliar de Lula.

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    Presidente do STM é criticada por colega, após pedir perdão por mortes da ditadura: No último domingo, a presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, participou de um ato na Catedral da Sé, no Centro de São Paulo, para lembrar os 50 anos da morte do jornalista Vladimir Herzog, assassinado no DOI-CODI durante o regime militar. Em sua fala, a ministra pediu perdão pelos crimes cometidos pelos militares ao longo desse período da história brasileira.

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