A nova derrota de Marçal na tentativa de concorrer à Presidência
Ministro do TSE rejeitou suspender condenação por 'campeonato de cortes', que o mantém inelegível
O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do TSE, rejeitou um pedido do influenciador Pablo Marçal para suspender a sua condenação eleitoral por ter elaborado um “campeonato de cortes”.
Uma decisão favorável retiraria a inelegibilidade de Marçal e permitiria que ele se candidatasse a presidente nas eleições deste ano.
Villas Bôas Cueva, contudo, manteve a decisão do TRE de São Paulo que confirmou a condenação.
A decisão ainda não é definitiva sobre o caso. Marçal ainda pode recorrer ao TSE contra a condenação.
Entretanto, o que ele tentou agora foi uma decisão provisória, em outro tipo de ação, chamada de “tutela cautelar antecedente”, que serve para analisar questões urgentes.
Por isso, o ministro não analisou detalhes do caso, mas considerou que há “elementos aptos a, em tese, caracterizar uso indevido dos meios de comunicação”.
Na campanha para a prefeitura de São Paulo, em 2024, Marçal prometeu pagamentos para os seguidores que mais conseguissem visualizações com trechos de vídeos seus nas redes.
O plenário do TSE já impediu que Marçal realize propaganda, participe de debates e use recursos públicos na campanha. A decisão vale até que o registro de candidatura seja analisado. A tendência é que o pedido seja negado, devido justamente à inelegibilidade.







