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‘Trolls 2’ cativa com metáfora sobre tolerância e uma bela trilha pop

Em cartaz nos cinemas, a trama dos bonecos cabeludos traz música como alegoria para necessidade de respeitar as diferenças

Por Isabela Boscov Atualizado em 4 dez 2020, 09h27 - Publicado em 4 dez 2020, 07h00

Tendo escapado dos dentes dos feiosos bergens no filme de 2016, os trolls andam ainda mais felizes, se é que isso é possível: sob o comando da jovem Poppy, o reino dos bonecos fofinhos, de cabeleiras exóticas, balança ao som do pop o tempo todo. E, quando descobrem que há outros reinos de trolls, que preferem outras trilhas sonoras, a alegria deles só aumenta: mais gente com que se divertir em festas psicodélicas, ora. Mas a rainha do hard rock não quer saber de tolerância; quer acabar com o funk, o hip-hop, o country, o tecno, a música clássica e obrigar todos os trolls a se unir sob a sua preferência particular. Seguem-se muitas aventuras encenadas em uma animação de detalhe, colorido e imaginação embriagadores, ao som de uma seleção de faixas de deixar qualquer um tonto. Na versão original, as vozes são um desfile de celebridades, entre as quais Justin Timberlake, Mary J. Blige, Sam Rockwell e George Clinton. Em cartaz em cinemas de todo o país. Em

 

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