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Sergio Marone tem filme finalizado, mas sem data de estreia pela pandemia

“Sorte que foi feito antes deste momento do governo, que não vê a arte como algo em que investir", diz o ator

Por João Batista Jr. Atualizado em 17 ago 2020, 12h23 - Publicado em 14 ago 2020, 06h00
Sergio Marone – Duda Dalzoto/Divulgação

Fazer cinema no Brasil é um processo lento, mas tudo pode ser agravado com uma pandemia no meio do caminho. Há oito anos, Sergio Marone comprou os direitos do livro Jesus Kid, do escritor Lourenço Mutarelli, para adaptar para um longa. A obra fala de um escritor de livros ao estilo faroeste que está em franca decadência. “Rodamos no ano passado, em Curitiba, após anos para conseguir captar 2,9 milhões de reais com leis de incentivo”, diz Marone. Com a Covid-19, o filme — totalmente gravado e finalizado — não tem data para estrear. “Sorte que foi feito antes deste momento do governo, que não vê a arte como algo em que investir.”

Publicado em VEJA de 19 de agosto de 2020, edição nº 2700

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