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Iza na Sapucaí: imperatriz negra da representatividade e do poder

A cantora cometeu um deslize apenas na avenida, uma falha de marinheira de primeira viagem

Por João Batista Jr. Atualizado em 28 fev 2020, 17h04 - Publicado em 28 fev 2020, 06h00
Reprodução/Instagram

Com o corpo untado de óleo para valorizar o que já é extraordinário, Iza, cantora e musa do camarote Arara por VEJA RIO, fez sua estreia na Sapucaí pela Imperatriz Leopoldinense, ocupando o trono da bateria, que já foi da magnífica Luiza Brunet. Correspondeu amplamente às expectativas, do bom samba no pé à simpatia explícita, (des)vestindo com categoria um maiô cavadíssimo de metal adornado com pedras em dois tons de verde e pequenos cristais Swarovski. “O adereço das costas foi inteiramente feito com capim pintado de verde. Ele dá um balanço mais bonito do que a pena normal, que eu não uso mais”, diz o costureiro Henrique Filho, em alta demanda nos reinos carnavalescos. “Meu objetivo era criar uma imperatriz negra que mostrasse representatividade e poder”, elabora. Com a evolução da escola e o sacolejar do samba, os seios — ops — extravasaram em alguns momentos. Acontece.

Com reportagem de Cássio Bruno e Maria Clara Vieira

Publicado em VEJA de 4 de março de 2020, edição nº 2676

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