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Alessandra Negrini, a musa recolhida

Ela lamenta não poder sacolejar nos blocos de rua no Carnaval: “Fazer o quê? No momento, o mais importante é respeitar a vida"

Por Sofia Cerqueira, Jana Sampaio Atualizado em 15 jan 2021, 08h55 - Publicado em 15 jan 2021, 06h00

A menos de um mês do Carnaval, que a pandemia adiou sine die, Alessandra Negrini, 50 anos, musa da folia paulistana, lamenta não poder sacolejar nos blocos de rua. “Fazer o quê? No momento, o mais importante é respeitar a vida. Mas, quando voltar, vai ser uma explosão de alegria tão grande que nem sei”, suspira. Enquanto aguarda a vacina, a atriz se concentra em uma penca de estreias. Em fevereiro, entra em cartaz na Netflix a série Cidade Invisível, sobre o folclore brasileiro, dirigida por Carlos Saldanha (da animação Rio). “Foi meu fascínio por essas lendas quando criança que me inspirou a seguir a carreira artística”, diz Alessandra. Da agenda constam ainda uma peça virtual, transmitida do Teatro Faap, e o retorno ao Projac em agosto: contratada por obra, está escalada para a série Fim, ao lado de Fabio Assunção.

Publicado em VEJA de 20 de janeiro de 2021, edição nº 2721

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