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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Dilma no canudo: R$ 43 mil!

Uma reportagem da Folha informa que o governo federal vai gastar R$ 43 mil para enviar a foto oficial da presidente Dilma Rousseff às repartições federais Brasil afora. Leiam. Volto em seguida: Por Breno Costa: O governo abriu nesta sexta-feira uma licitação para contratar uma empresa fornecedora de canudos de papelão, para embalar as fotografias […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 12h36 - Publicado em 11 mar 2011, 21h18

Uma reportagem da Folha informa que o governo federal vai gastar R$ 43 mil para enviar a foto oficial da presidente Dilma Rousseff às repartições federais Brasil afora. Leiam. Volto em seguida:


Por Breno Costa:
O governo abriu nesta sexta-feira uma licitação para contratar uma empresa fornecedora de canudos de papelão, para embalar as fotografias oficiais da presidente Dilma Rousseff com a faixa presidencial. O Planalto decidiu enviar 12.000 fotos da presidente “para todo o Brasil” que irão substituir as fotos do ex-presidente Lula em repartições públicas. Em Brasília, essas imagens já foram distribuídas. Agora, a missão é distribuir pelos outros 26 Estados –uma média de 461 fotos por Estado.

O custo da licitação dos canudos está estimado em R$ 43 mil. Fora isso, há o custo não divulgado da impressão das fotos e do envio às repartições. Segundo a Secretaria de Imprensa da Presidência, “historicamente, as fotos dos presidentes são distribuídas aos órgãos que fazem a solicitação”. Em 2003, afirma a Presidência, foram enviadas 14 mil fotos de Lula. No segundo mandato, 11 mil. Não existe qualquer legislação que determine que um quadro com a foto da presidente deva ser pendurado nas salas de funcionários públicos.

Comento
Nem vou falar aqui de desperdício do dinheiro público e coisa e tal. Acrescentem aí o custo do envio. Haveria forma mais barata? Sei lá eu. O problema é outro. Um país que tem 12 mil pontos do governo federal espalhados território afora ou vive o auge do estado de bem-estar social, com o estado respondendo de pronto às necessidades dos mais pobres, ou está encalacrado pelo gigantismo da máquina pública.

Adivinhem…

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