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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Atentado terrorista em Orlando une as esquerdas e a extrema-direita

O discurso do presidente americano faz parecer que quem é contra sua proposta de proibir armas é um monstro que defende que as pessoas tenham o direito de matar umas às outras em "escolas, cinemas e clubes noturnos". Afinal, "não fazer nada" é "uma decisão", e, para Obama, essa decisão é o mesmo que defender assassinos

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 30 jul 2020, 22h31 - Publicado em 14 jun 2016, 05h46

Leia trecho do artigo de Kim Kataguiri, na Folha Online:
No meu artigo anterior, afirmei que as esquerdas não têm pudor em utilizar o sofrimento humano como arma política. O atentado deste domingo (12), que resultou em 49 mortos e 53 feridos, mostrou que o oportunismo dessa gente, de fato, não tem limites. Mais: evidenciou que esse tipo de canalhice se estende a boçais de extrema-direita. Criou-se uma falsa polaridade: “Foi por causa do radicalismo islâmico ou da homofobia”.

O presidente Barack Obama aproveitou o episódio para fazer proselitismo contra o porte de armas: “O massacre nos lembra como é fácil pôr as mãos numa arma que permite a eles atirar em pessoas em escolas, cinemas e clubes noturnos. (…) E nós temos de decidir se esse é o tipo de país em que queremos estar. E não fazer nada é também uma decisão.”

O discurso do presidente americano faz parecer que quem é contra sua proposta de proibir armas é um monstro que defende que as pessoas tenham o direito de matar umas às outras em “escolas, cinemas e clubes noturnos”. Afinal, “não fazer nada” é “uma decisão”, e, para Obama, essa decisão é o mesmo que defender assassinos.

É claro que a esquerda brasileira não poderia ficar para trás. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que nunca perde uma oportunidade de mostrar quão canalha é seu pensamento, deu a entender que a culpa é da ascensão de Donald Trump, pré-candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos, que teria um “discurso à la Bolsonaro”.
(…)
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