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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Um mega negócio

Carlos Jereissati e Sérgio Andrade iniciaram negociações para a venda dos suas participações na Oi — de 19,35% cada um — para a Portugal Telecom, que é dona de 12,07% da holding. O quase onipresente BTG Pactual é o banco que trabalha na operação. Na mesa, um negócio de 2 bilhões de reais no total. […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 06h59 - Publicado em 26 jan 2013, 07h16

Andrade e Jereissati: depois de trocar o presidente na semana passada, a Oi, que fatura 27 bilhões de reais anuais, pode ter nova mexida

Carlos Jereissati e Sérgio Andrade iniciaram negociações para a venda dos suas participações na Oi — de 19,35% cada um — para a Portugal Telecom, que é dona de 12,07% da holding. O quase onipresente BTG Pactual é o banco que trabalha na operação. Na mesa, um negócio de 2 bilhões de reais no total.

Se a transação for fechada, marcará precocemente o fim da ambiciosa ideia do governo de criar uma supertele nacional. Tal como ela foi concebida, em 2008, Jereissati e Andrade contaram com o firme apoio do BNDES, quando a Oi comprou a BrasilTelecom. Mas o discurso do governo não se abala: a fundação dos funcionários da Oi (dona de 11,5% da holding), Previ (9,7%), Petros (7,5%) e o BNDES (13%) serão exibidas como sinais da forte presença do estado brasileiro na empresa.

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