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Truques sem fim

André Vargas continua abraçado à estratégia de tentar procrastinar o processo do Conselho de Ética da Câmara, que apura suas promiscuas relações com Alberto Youssef. Até agora, já inciada a sessão do colegiado, Vargas não apresentou defesa nem nomeou um advogado. Sem um representante, caberá ao presidente do Conselho, Ricardo Izar, escolher um deputado – […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h46 - Publicado em 28 Maio 2014, 16h43
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Fazendo de tudo para adiar a degola

André Vargas continua abraçado à estratégia de tentar procrastinar o processo do Conselho de Ética da Câmara, que apura suas promiscuas relações com Alberto Youssef. Até agora, já inciada a sessão do colegiado, Vargas não apresentou defesa nem nomeou um advogado.

Sem um representante, caberá ao presidente do Conselho, Ricardo Izar, escolher um deputado – que não integre o colegiado – para defender Vargas.

Izar deverá indicar Eurico Junior, do PV do Rio de Janeiro. Junior não é nada afeito ao petista, ressalte-se.

Vargas precisará suportar o constrangimento, mas tem outra alternativa: poderá recusar a indicação e, enfim, nomear um advogado para apresentar sua defesa no prazo de dez dias.

Inicialmente, o deputado indicado como dativo seria Fernando Francischini, conterrâneo de Vargas. Francischini, porém, rechaçou a possibilidade. O nome do bombástico Jair Bolsonaro também foi aventado, mas não vingou.

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