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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

PF chegou a Jovair porque seu comparsa armazenava conversas no e-mail

E o deputado achou que o Telegram o livraria de novas ações policiais...

Por Gabriel Mascarenhas Atualizado em 8 jun 2018, 16h07 - Publicado em 8 jun 2018, 15h31

Jovair Arantes caiu de cabeça na investigação que identificou um esquema de fraude de registros sindicais no Ministério do Trabalho, revelado por VEJA em março.

Ao saber que a Polícia Federal incluiu no inquérito conversas dos integrantes da quadrilha no Whatsapp, o deputado se arvorou e decidiu trocar de aplicativo.

Certo de que a PF havia interceptado os diálogos virtuais, ele entrou para o Telegram, canal de bate-papo considerado mais seguro.

Jovair não sabe de nada.

A polícia só teve acesso aos segredos dos investigados porque um comparsa do parlamentar, Renato Araújo, preso durante a operação, guardava em seu e-mail as conversas do bando.

Em suma, a figura produziu provas não só contra si mesmo, mas contra seus cúmplices poderosos também.

A prudência sugere ao deputado abandonar o Telegram ou mudar as práticas.

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