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Para 66% dos brasileiros, números da pandemia no país não são confiáveis

Especialistas avaliam que a subnotificação de casos pode ser seis vezes maior que a marca oficial, considerada inflada por apoiadores do presidente

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 22 jun 2020, 07h32 - Publicado em 22 jun 2020, 06h02

As crises nos Brasil avançam num ritmo tão acelerado que o caso da maquiagem dos números da pandemia pelo Ministério da Saúde, no começo do mês, parece coisa muito velha.

Na semana passada, porém, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento nacional para medir o impacto da iniciativa do governo de Jair Bolsonaro de questionar os números da tragédia divulgados pelos estados.

Aliados de Bolsonaro acusaram governadores e prefeitos de inflarem os números de mortes para receber mais dinheiro federal na pandemia, o que foi usado para justificar a manobra política do Ministério da Saúde para omitir os números de mortes e tentar desvirtuar as estatísticas da tragédia que já provocou a morte de mais de 50.000 brasileiros e infectou mais de 1 milhão de pessoas no país.

Entre os dias 15 e 18 de junho, o instituto ouviu 2.166 brasileiros nas 27 unidades da federação. A todos fez uma pergunta simples e direta sobre a contagem de mortos na pandemia: “Os números divulgados diariamente pelos governos sobre o coronavírus são confiáveis?”

Para 66,1% dos entrevistados, os números divulgados pelos governos não são confiáveis. A parcela dos entrevistados que disseram confiar nos números ficou em 27,8% e 6% não opinarão.

Diante o quadro, o instituto perguntou então se os números de infectados eram maiores, menores ou iguais aos divulgados. Os entrevistados que consideram que os números são maiores que os divulgados foi de 35%, mesma marca dos entrevistados que consideram que os números são menores. A fatia que acredita que os números de infectados são os divulgados ficou em 23%. Os que não opinaram foram 5,7%.

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