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O sobrevivente

Não foi só o diretor jurídico, Carlos Eugênio Lopes, que atravessou incólume os terremotos e mudanças dentro da CBF (leia mais aqui) dos tempos de Ricardo Teixeira até a era Marco Polo Del Nero. Outro sobrevivente é Alexandre Silveira, personagem discreto, que começou como telefonista da CBF nos anos 90, passou a homem de confiança […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 01h15 - Publicado em 1 jun 2015, 08h27
Silveira: ao lado do poder

Silveira: ao lado do poder

Não foi só o diretor jurídico, Carlos Eugênio Lopes, que atravessou incólume os terremotos e mudanças dentro da CBF (leia mais aqui) dos tempos de Ricardo Teixeira até a era Marco Polo Del Nero.

Outro sobrevivente é Alexandre Silveira, personagem discreto, que começou como telefonista da CBF nos anos 90, passou a homem de confiança de Ricardo Teixeira – era uma espécie de faz tudo do ex-presidente da CBF, acompanhava-o em eventos, carregava suas malas, atendia e fazia ligações no celular do chefe e muito mais. Oficialmente, era o secretário particular de Teixeira.

Continuou surpreendentemente fazendo a mesma coisa na gestão José Maria Marin. E desde abril, quando Marco Polo assumiu a condição de chefão do futebol brasileiro, manteve-se no mesmo lugar.

Discreto, sempre de terno, homem de poucas palavras, de fidelidade canina aos chefes e com as mãos sempre ocupadas (seja abrindo a porta dos carros para os patrões, seja carregando pastas e malas), Silveira é, além de um sobrevivente, alguém que viu e ouviu muito.

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