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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Namoro de Randolfe com o PDT não vingará, diz Waldez Góes

Senador tentou, em sigilo, construir uma aliança com o governador para virar pedetista, mas Góes rejeitou o apoio do parlamentar

Por Robson Bonin - Atualizado em 16 out 2020, 20h11 - Publicado em 17 out 2020, 08h16

Adversário do governador do Amapá, Waldez Góes, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) tentou em sigilo aliar-se ao desafeto para mudar de partido e migrar ao PDT. O próprio Góes confirmou ao Radar que chegou a ter reuniões com Randolfe para tratar da surpreendente proposta do parlamentar da Rede.

“Ele fez muitas incursões para vir ao PDT. Fez reuniões comigo no palácio e me recebeu na casa dele levantando a possibilidade de me apoiar”, diz Góes.

Como a conversa não vingou, Randolfe tentou apear Góes da legenda numa articulação com o cacique do partido Carlos Lupi.  O chefe do PDT confirmou ao Radar a aproximação. “Há conversas para que Randolfe seja o nosso candidato ao governo do Amapá, sim”, disse, minimizando a inimizade entre os conterrâneos. “São apenas rivais políticos, não vejo porque não se aproximarem”, disse Lupi.

Há 15 anos no PDT e considerado um dos quadros históricos do partido, Góes diz, no entanto, que não há possibilidade de o desejo de Lupi se concretizar: “Lupi sempre foi muito reto, muito correto comigo. Não tem a menor chance de vingar esse projeto”, diz Góes, lembrando que seu principal rival no estado, João Capiberibe (PSB), disputa a prefeitura de Macapá nessas eleições com o apoio de Randolfe.

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