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Indicada a vaga de ministério com orçamento de 60 bi recebia coronavoucher

Vice-presidente da OAB do Amapá foi indicada pelo centrão a cargo no Ministério da Cidadania

Por Gabriel Mascarenhas 23 nov 2020, 07h23 • Atualizado em 29 nov 2020, 10h06
  • Vice-presidente da OAB do Amapá, a advogada Patricia Aguiar estava prestes a assumir o comando da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania, de Onyx Lorenzoni, por indicação do centrão. Uma vez a cadeira, passaria a administrar um orçamento anual de 60 bilhões de reais.

    Mas a ascensão subiu no telhado. O currículo de Patricia já havia chegado ao Palácio do Planalto quando a Casa Civil identificou o nome dela entre o dos beneficiários do auxilio emergencial, o chamado “coronavoucher”. A turma do governo considerou no mínimo estranho que uma vice-presidente da uma seccional da OAB receba um auxílio emergencial voltado à população pobre.

    De acordo com o Portal da Transparência, ela embolsou cinco parcelas do benefício, que totalizaram 4.800 reais.

    (Atualização: Patrícia Aguiar enviou uma nota ao Radar. Ele afirma que recebeu o auxílio porque enfrentou dificuldades financeiras durante a pandemia. Escreveu a vice-presidente da OAB do Amapá: “Não tenho vergonha de dizer, nem admitir. Não cometi nenhum crime, ilegalidade ou imoralidade. O auxílio foi destinado a profissionais liberais e autônomos que durante a pandemia tivessem passando por dificuldades. Eu estava, não foi fácil passar meses sem trabalhar, mas tenho três filhos e jamais deixaria de requerer o que tenho direito para garantir a eles que nada lhes faltasse. Fiz e faria de novo se precisasse.
    Se a condição para assumir um cargo de alto escalão, não me qualifico porque passei necessidade, porque recorri a um auxílio que tinha direito, deixo de ocupar de cabeça erguidas, na certeza de que na mesa de jantar dos meus filhos nada faltou. Mas tenho plena convicção e sei que poderia ter feito muito pelo meu povo, por minha gente, estaria em um cargo que faria a diferença neste país, de tantas desigualdades mas de pessoas que precisam de atenção.)

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