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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Embaixada nos EUA antecipa 7 de Setembro e discurso é a favor da vacina

Cerimônia contou com presença de 40 convidados nos jardins da residência oficial em Washington

Por Evandro Éboli Atualizado em 3 set 2020, 17h59 - Publicado em 3 set 2020, 16h44

Nos jardins da residência da embaixada em Washington foi comemorado com antecipação hoje o 7 de Setembro.

Com 40 convidados, foi executado o Hino Nacional e hasteada a bandeira brasileira.

O Itamaraty garante que não houve aglomeração e que os presentes usaram máscara e foi respeitado o distanciamento social.

“Serão observadas com rigor todas as recomendações de saúde do Governo do Distrito de Columbia, que, no estágio atual, estabelece o limite de 50 pessoas para eventos na capital norte-americana” respondeu o Ministério das Relações Exteriores ao Radar.

Entre os convidados presenciais chefes das missões do Brasil sediadas em Washington, chefes das Adidâncias militares da Embaixada do Brasil e alguns diplomatas brasileiros.

O evento durou menos de uma hora.

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Em seu discurso, o encarregado de negócios na embaixada, Nestor Forster – indicado para ser o embaixador, pendente de sabatina no Senado – falou da boa relação do Brasil com a gestão Donald Trump e citou algumas parcerias, como o Acordo de Alcântara – exploração americana na base no Maranhão – e defesa do ingresso brasileiro na OCDE.

Forster falou por um bom tempo sobre a pandemia.

“Celebramos os esforços de nossos compatriotas para superar os terríveis efeitos da pandemia do coronavírus sobre com seu elevado custo em vida e oportunidades. Esforços esses que começam a dar sinais que  em breve a doença estará sobre controle”, disse o encarregado, que se solidarizou com os familiares das vítimas e falou da expectativa com a vacina.

“Registro aqui a nossa prece e nossa solidariedade a todas as vítimas da doença no Brasil. Celebramos a força e a capacidade de trabalho do nosso povo que segue adiante e não se deixou se abater por esses meses todos contra o inimigo invisível e o trabalho de civis e militares assim como de profissionais de saúde dos estudiosos e pesquisadores q buscam o tratamento e a vacina” – completou.

O presidente Bolsonaro declarou ontem que ninguém é obrigado a tomar a vacina, posição criticada por especialistas na área de saúde.

 

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