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Defesa de Adriana diz que MP fez trabalho de cortar e colar vazio

Advogados de Adriana Ancelmo entregaram alegações finais ao juiz Marcelo Bretas

Por Ernesto Neves Atualizado em 18 ago 2017, 14h03 - Publicado em 18 ago 2017, 13h45

A defesa da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo entregou ao juiz Marcelo Bretas, que cuida da primeira instância da Lava-Jato no Rio, as alegações finais do processo em que ela é acusada de lavagem de dinheiro.

Os advogados pedem que o juiz Marcelo Bretas seja declarado incompetente para julgar o caso. Isso porque, segundo eles, não há conexão entre as operações Saqueador e Calicute. Logo, os processos não deveriam ir para o magistrado. 

Também querem que Adriana seja absolvida. Isso porque, segundo a peça, todas as joias e objetos de valor foram compradas para uso próprio, e não para lavar dinheiro.

Os advogados afirmam que só recentemente tiveram acesso à peça criminal que contém as acusações feitas pelo Ministério Público.

De acordo com a defesa, a peça elaborada pelo MPF  se baseia num trabalho de “recortar e colar trechos de informações derivadas de outros processos”.

Diz ainda que houve cerceamento de defesa com relação à delação premiada de Maria Luiza Trotta, gerente da joalheria H.Stern. Segundo os advogados, eles não tiveram acesso prévio aos termos do acordo celebrado com o MPF.

 

 

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