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A delação do doleiro dos doleiros já começa a fazer água

Anexos que tratam de crimes já prescritos ou sem provas serão arquivados

Por Robson Bonin, Mariana Muniz Atualizado em 28 ago 2020, 10h25 - Publicado em 28 ago 2020, 09h13

A delação de Dario Messer mal foi homologada e já faz água. Investigadores devem arquivar anexos sem provas ou que tratam de crimes prescritos, caso da acusação contra a Globo.

Quem conhece o acordo afirma que há outros problemas complicados no acerto com o MPF. Boa parte do dinheiro da multa de 1 bilhão de reais que Messer se dispõe a devolver já está na posse do Estado ou está no Paraguai.

As revelações de Messer pouco avançam no que já foi contado em outras delações dos doleiros que operavam para ele. O doleiro, aliás, gasta mais de 20 páginas da delação com histórias dos anos 80 e 90 e crimes que “acha” e que “talvez” aconteceram.

Num trecho sobre Horácio Cartes, o ex-presidente do Paraguai, Messer diz que “já ouviu dizer” que Horacio tem 60% do mercado paraguaio de cigarro.

Há outras inutilidades: “Dario chegou a solicitar a Horacio o posto de cônsul–honorário de Israel em Paraguai, contudo o pedido não se concretizou”.

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