Só quem deseja o possível é livre
Foi a escritora Françoise Sagan, aquela de Bom dia, Tristeza e Um certo sorriso, quem me chamou a atenção para a relação entre a liberdade e o desejo do possível. Disse ela, inclusive, que havia aprendido isso com Sartre. A vida me ensinou a abrir mão do impossível, e eu, hoje, só conto as flores […]
Foi a escritora Françoise Sagan, aquela de Bom dia, Tristeza e Um certo sorriso, quem me chamou a atenção para a relação entre a liberdade e o desejo do possível. Disse ela, inclusive, que havia aprendido isso com Sartre.
A vida me ensinou a abrir mão do impossível, e eu, hoje, só conto as flores e os frutos do meu jardim. Não conto as folhas que tombaram, não lamento o que está perdido. Com a experiência, fui me tornando cada vez mais livre e, num certo sentido, mais jovem.
nadinha
Francis Picabia nunca me saiu da cabeça. Por dizer que rejuvenescia à medida que o tempo passava. Viveu de 1879 a 1953, ou seja, 74 anos. Aos 34, em 1913, pintou Udnie, que não se encontra por acaso na porta do Museu de Arte Moderna do Centro Georges Pompidou, em Paris. Inspirado num espetáculo de dança, Udnie, explosão de cores e de formas, é uma metáfora fantástica da juventude. Aliás, o subtítulo do quadro é “Dança da jovem americana”.

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