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Vício insanável

“A Câmara dos Deputados é uma casa aberta, ela não fecha as suas portas nunca, temos um debate que diz respeito à própria Constituição, e ela estabelece que um deputado só pode ser preso em duas circunstâncias: flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado, quando não cabem mais recursos; precisamos analisar se há […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 07h09 - Publicado em 21 dez 2012, 20h50

“A Câmara dos Deputados é uma casa aberta, ela não fecha as suas portas nunca, temos um debate que diz respeito à própria Constituição, e ela estabelece que um deputado só pode ser preso em duas circunstâncias: flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado, quando não cabem mais recursos; precisamos analisar se há alguma dessas condições colocadas para que haja a decisão de prender parlamentares legitimamente eleitos pelo povo”.

Marco Maia, deputado federal do PT gaúcho e presidente da Câmara, caprichando no dilmês de presídio para dizer o que já foi resumido em 2009 na frase famosa do colega Edmar Moreira: “Temos o vício insanável da amizade”.

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