Vício insanável
“A Câmara dos Deputados é uma casa aberta, ela não fecha as suas portas nunca, temos um debate que diz respeito à própria Constituição, e ela estabelece que um deputado só pode ser preso em duas circunstâncias: flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado, quando não cabem mais recursos; precisamos analisar se há […]
“A Câmara dos Deputados é uma casa aberta, ela não fecha as suas portas nunca, temos um debate que diz respeito à própria Constituição, e ela estabelece que um deputado só pode ser preso em duas circunstâncias: flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado, quando não cabem mais recursos; precisamos analisar se há alguma dessas condições colocadas para que haja a decisão de prender parlamentares legitimamente eleitos pelo povo”.
Marco Maia, deputado federal do PT gaúcho e presidente da Câmara, caprichando no dilmês de presídio para dizer o que já foi resumido em 2009 na frase famosa do colega Edmar Moreira: “Temos o vício insanável da amizade”.






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