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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Alamir Longo: A meta de Vovó Dilma

ALAMIR LONGO I Descobri que Vovó Dilma Não é somente uma atleta Pois além das pedaladas Na sua linda bicicleta Nossa meiga presidente Também revelou-se poeta.

Por Augusto Nunes - Atualizado em 10 fev 2017, 17h37 - Publicado em 29 jul 2015, 17h40

ALAMIR LONGO

I
Descobri que Vovó Dilma
Não é somente uma atleta
Pois além das pedaladas
Na sua linda bicicleta
Nossa meiga presidente
Também revelou-se poeta.

II
No circo do Pronatec
A lambança foi completa
Vovó Dilma versejou
A uma plateia seleta
E ganhou tantos aplausos
Que quase saiu da meta.

III
Falou como mulher sapiens
De maneira bem concreta
Foi logo dando o recado
Sempre assim, muito direta…
Como fez com a mandioca
Sua raiz predileta.

IV
Da sua vertente de versos
Brotam veias de poeta
Da engenharia das letras
Vovó Dilma é uma arquiteta
Tem tanta sabedoria
Que impressiona até profeta.

V
A tal de filosofia
Muita dúvida acarreta
Mas vou tentar decifrar
Da maneira mais correta
O que disse a presidente
Quando quis falar em meta.

VI
Bem assim versejou ela:
“Não vamos colocar meta,
Vamos deixar a meta aberta
E quando atingir a meta”
Completou a presidente,
“Então dobramos a meta.”

VII
Pois viram com que clareza
Vó Dilma falou de meta?
Quem não entendeu sua rima
Tão cristalina e direta
É um ‘coxinha golpista’
Ou é gente analfabeta!

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