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Governo retoma Conferência Nacional do Meio Ambiente depois de onze anos

Evento reúne 2.535 propostas que serão usadas como base da Política Nacional sobre Mudança do Clima

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 Maio 2025, 12h49 • Atualizado em 6 Maio 2025, 13h22
  • Realizada com o tema “Emergência Climática e o Desafio da Transformação Ecológica”, a quinta edição da Conferência Nacional do Meio Ambiente volta à agenda do governo depois de onze anos, com uma proposta importante: promover o debate e reunir propostas para a atualização da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e a construção do novo Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), que orientará as ações brasileiras de enfrentamento à crise climática até 2035. O evento começa nesta terça-feira, 6, e vai até sexta, dia 9, em Brasília.

    O evento está dividido em cinco eixos. São eles, mitigação; adaptação e preparação para desastres; justiça climática; transformação ecológica; governança e educação ambiental. Cada um deles tem o propósito de debater propostas recolhidas em etapas que antecederam a conferência.  Foi um processo longo, onde 2.570 municípios, se envolveram em 439 conferências municipais, 179 intermunicipais e 287 conferências livres para chegar às contribuições que serão apresentadas ao longo dos dias.

    “Teremos 50 grupos simultâneos fazendo a discussão. Nesses grupos, você já vai ter outros processos de afunilamento até chegar à plenária com 20 propostas de cada eixo”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.  O evento pretende chegar a 100 propostas. “É um acervo de ideias para qualquer gestor público.” O desafio do governo é estabelecer um novo ciclo de prosperidade econômica com outra perspectiva em relação aos recursos naturais renováveis, como vento, água, sol e a biomassa das florestas. Marina diz que o princípio fundamental é chegar a um plano que não deixe “ninguém para trás”.  na verdade, haveria a necessidade de se inverter a lógica usada até agora, onde a diversidade serviu de base para movimentar a economia, sem qualquer preocupação com a diversidade. Agora a política tem que ser reversa: usar o dinheiro para promover o meio ambiente e garantir o equilíbrio saudável do planeta.

    Leia:

    +https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/governo-reunioes-cop30/

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    +https://veja.abril.com.br/economia/o-clima-desfavoravel-para-a-cop-30-em-meio-a-novo-cenario-geopolitico/

     

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