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Fundo Amazônia recebe aporte de 210 milhões de reais

Mais da metade do recurso será destinado para a redução do desmatamento e de incêndios florestais  

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 ago 2025, 18h18 • Atualizado em 12 ago 2025, 18h20
  • Há 17 anos, o Brasil lançou o Fundo Amazônia, como parte do compromisso internacional do país para diminuir a emissão dos gases do efeito estufa. A iniciativa gerou projetos muito importantes como o Programa de Monitoramentos do Desmatamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que com seus satélites acompanha em tempo real a devastação da floresta. O projeto tornou-se vital para localizar áreas problemáticas e ameaças que precisam de interferências imediatas. Nesta terça-feira, 12, durante celebração oficial do aniversário do Fundo Amazônia, o governo anunciou o aporte de 210 milhões. Do montante, 150 milhões serão desembolsados para programa União com os Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais.

    O recurso será destinado a 48 municípios habilitados na região, entre os 70 prioritários para as ações dos programas. Os R$ 60 milhões restantes serão investidos no Prospera na Floresta, projeto voltado a comunidades tradicionais para o desenvolvimento de atividades produtivas sustentáveis, como turismo e bioeconomia. “O sonho é que, cada vez menos, esse recurso precise ser utilizado pelo próprio governo para fazer o fortalecimento das instituições de comando e controle, para que possam ser utilizados na bioeconomia, na indústria florestal e para que a gente possa fortalecer a pesquisa e desenvolvimento sustentável da região”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

    Além da Noruega, pioneira na contribuição ao Fundo Amazônia, são doadores a Alemanha, Estados Unidos, Irlanda, Japão, Reino Unido, Dinamarca e Suíça. Com a ampliação, a média de investimentos subiu nos últimos dois anos e oito meses para mais de R$ 1 bilhão.  “Esses doadores só continuam contribuindo porque apresentamos bons resultados e a redução do desmatamento está permitindo que a gente não somente aumente a captação, mas aumente também a distribuição desses recursos”, destacou João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

    (Com Agência Brasil)

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