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China tem ganho recorde com renováveis e deixa EUA e Europa para trás

Receita de companhias chinesas com energia limpa chegou a 707 bilhões de dólares em 2022, cerca de 3,5 trilhões de reais

Por Ernesto Neves
14 set 2023, 09h03

Com investimentos pesados na transição para a economia de baixo carbono, a China obteve em 2022 receitas recordes obtidas com a produção, venda e distribuição de energias renováveis.

O levantamento foi feito por analistas do BloombergNEF, centro de pesquisa estratégica que acompanha os mercados globais de commodities e as tecnologias que impulsionam a transição para a economia de baixas emissões.

De acordo com a análise, as empresas chinesas obtiveram 707 bilhões de dólares (3,5 trilhões de reais) em receitas oriundas da produção, venda e distribuição de energia eólica, solar e nuclear.

Em segundo lugar, muito atrás, estão as empresas dos Estados Unidos, com 398 bilhões de dólares (1,9 trilhão de reais).

Em terceiro vem a Alemanha, com 210 bilhões de dólares (1 trilhão de reais), e em quarto a França, com 210 bilhões de dólares (995 milhões de reais).

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A análise se debruçou sobre o balanço de 8.000 empresas.

Ainda segundo dados do levantamento, companhias chinesas como a LONGi Green Energy Technology vem liderando a injeção de recursos em descarbonização, fazendo da China o epicentro dos investimentos em energia do planeta.

A região da Ásia-Pacífico, que reúne além da China outros 21 países, tem quase 700 companhias que obtêm mais de metade das receitas em atividades sustentadas por energia limpa.

O estudo inclui, além das energias renováveis, a produção nuclear, os transportes eletrificados, os biocombustíveis, o hidrogénio e captura de carbono.

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Entre os destaques estão a chinesa BYD e a Tesla, de Elon Musk, montadoras especializadas em veículos elétricos.

Nos Estados Unidos, 410 empresas já conseguem obter ao menos 50%  de suas receitas em atividades de baixa emissão.

E na Europa, Oriente Médio e África somados são 430 companhias com ganho semelhante.

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