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26/07/2011

às 18:53 \ Política & Cia

Drogas: entenda a real posição de FHC a respeito do assunto. Não é nada de “liberou geral”

Feira sobre maconha em Amsterdã, na Holanda

Feira sobre maconha em Amsterdã, na Holanda

Amigos, a impressionante reação dos leitores ao post Da droga para a lama: imagens chocantes mostram a destruição física de viciados — o recordista absoluto em número de acessos no blog até agora — provocou muitos comentários. Em boa parte, leitores se referiram à posição que o ex-presidente Fernando Henrique tem adotado em relação ao problema.

Acredito que muitos dos leitores que criticam FHC não conhecem a complexidade do que ele propõe. O vídeo abaixo  resume com muita clareza a posição do ex-presidente sobre a questão das drogas.

É uma  reportagem de Sônia Bridi que foi ao ar no Fantástico da Rede Globo de 29 de maio passado, abordando o documentário Quebrando o Tabu, do cineasta Fernando Grostein Andrade, que tem FHC, viajando pelo Brasil e por diferentes países para observar como se enfrenta o problema das drogas, como principal protagonista.

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24 Comentários

  1. Vera Lúcia Aguiar Alves

    -

    06/04/2012 às 17:31

    Eu concordo com a libearação da maconha. Acredito no dizer antigo “tudo que é proibido é mais gostoso.”O Brasil é país de gente inteligente, gente inteligente não usa droga.A preocupação deFHC tem fundamento. No início, os jovens poderão se impolgar,mas depois cirão em si.Os legisladores deverão criar normas para os usuários como: não indiciar novas pessoas, não fumar ao público, não traficar o produto, legalizar os ponto de vandas, não vender para menores ,fiscalizar e recolher impostos devidos e investir em criação de centros de recuperção para os que hoge,são dependentes.E divulgar os riscos que a legalização da maconha pode trazer.Mas,para que haja sucesso, no projeto FHC,junto deste,o governo brasileiro e seus federados deverão investir em massa na educação. Meio pelo qual qualquer projeto alcança objtivo.

  2. Francisco Coelho de Brito Neto

    -

    23/02/2012 às 20:03

    Qualquer droga é sim problema de saúde pública, além das cracolãndias temos os papudinhos que se reúnem pra tomar cachaça que é também droga e pior que a maconha, porém eles imploram por uma dose, não roubam ou matam.Como cuidar disso com essa corrupção toda e falso moralismo é que tá difícil.

  3. Raíssa

    -

    08/02/2012 às 18:22

    A decisão mais certa é legalizar o canábis, pois a grande maioria dos usuários são de canábis isso diminuiria o tráfico contribuindo para que haja menos violência. As pessoas devem largar o preconceito e a hipocrisia afinal só assim teremos um país melhor.

  4. Rafael

    -

    27/12/2011 às 10:02

    Nobres:
    Existe, sim, uma maneira de legalizar a cannabis aqui sem que haja desvios.
    Se o governo jogar para a iniciativa privada a função de produzir, transportar, beneficiar e vender, além de gerar mais tributos ao estado geraria mais empregos.
    Em Medianeira / PR, o quilo da cannabis de boa qualidade custa R$ 100,00. Aqui em Curitiba, ele chega ao consumidor final a R$ 1.000,00 o quilo; uma amiga do interior de Minas disse que o quilo chega a R$1.500,00. Esta disparidade no preço deve-se a proibição: é arriscado trazer por 600 km até a capital paranaense, mais ainda até Minas.
    Entre o preço que o produto cobra e o que o consumidor final paga tem uma fossa das marianas a ser explorada pelo Governo, com impostos: Se o risco fosse retirado, o porque do alto preço também sairia. Claro,a regulamentação do preço deverá obedecer padrões rígidos, porque se subir demais o tráfico vai voltar a compensar. Com o valor de tributos a ser recolhido em várias esferas (produtor rural, transportador, beneficiador, vendedor) poderia ser investido em saúde e segurança pública. Com esta medida, 70% do dinheiro do tráfico iria para as mãos da iniciativa privada e do Governo, o que quebraria o Paraguai, maior fornecedor do cigarro jamaicano, e o tráfico de drogas; nenhuma empresa que perde 70% de seus clientes continua com as portas abertas.

  5. Claudinei Sebastiao de Almeida

    -

    28/11/2011 às 7:21

    O único problema de “liberar a droga” é que no Brasil, resta provado, acaba em desvios de finalidade; não existe fiscalização séria do gasto público e conforme o texto acima “não é liberar geral”, aí, pode o rico e não pode o pobre, pode o bandido e não pode as polícia …. Já pensou, por dereito concedido em Lei os policiais, médicos, maquinistas, motoristas de ônibus, pilotos de aeronaves etc. Ah já sei. por isso que o texto diz “não é liberar geral. Não passam de uns hipócritas.

  6. Márcio de Paiva

    -

    14/10/2011 às 5:08

    “Entenda a real posição de FHC…”

    Fico imaginando se algum dia alguém dessa revista vai fazer algo parecido para um político de qualquer outro partido.

    O partidarismo da Veja e seus colunistas é constrangedor.

  7. Danielle

    -

    22/09/2011 às 18:05

    Assunto polemico esse. Primeiro, quais as estatisticas? Quantos usuarios casuais, sociais, se transformam em usuarios pesados? Quantos dos usuarios pesados vao para o crime para sustentar seus vicios? Quanto isso sobrecarrega o sistema publico, seja atraves do combate, do policiamento de crimes decorrentes da ilegalidade do uso, custo das prisoes (para traficantes e para usuarios criminosos), da saude, das mortes no transito? Qual as estatisticas?
    Depois disso apurado, como seria o controle dos usuarios com a liberacao do uso? Nao da pra usar o tabaco como espelho, pois ninguem que fuma um Marlboro sai por ai correndo a 120km/h por causa do cigarro. O alcool eh mais complicado, ate porque ele eh eliminado do organismo mais rapidamente, enquanto o usuario de cocaina pode ter repiques causados pelo consumo dias depois. Como calcular se essa pessoa pode ser criminalizada por acoes decorrentes do uso? Como caracterizar que 3 dias depois ele atropelou a velhinha ou assaltou a dona de casa por causa da abstinencia ou por causa de transe posterior?
    Taxar as empresas de cigarro eh mais facil, ate porque elas sao estruturadas, apos anos de legalidade, nao vivem aa sombra da legalidade. E taxar aqueles bolivianos que plantam coca com a desculpa de que mascam umas folhinhas pra subir a ladeira, com a protecao do palhaco do presidente deles? E argumentar que tem que vigiar fronteira, acordem, os EUA tem uma fronteira com o Mexico muitas vezes menor que a nossa fronteira so da Amazonia, e eles, ricos como sao, mal conseguem patrulhar direito a regiao. Exercito? OS EUA tem um dos maiores efetivos do mundo, e segue o mesmo raciocinio anterior. Quantos soldados sao necessarios pra peneira amazonica ser vigiada? Consistencia nos argumentos, sem viajacao na maionese.
    Certeza da punicao eh uma das formas de se obter o comportamento desejado nos cidadaos. O incentivo do Estado eh tanto positivo quanto negativo (no caso do Brasil, a maioria eh negativo). O ser humano eh movido por incentivos. Numa justica furada como a nossa, onde o atropelador do filho da Cissa Guimaraes na verdade maldiz a sorte de ter atropelado o filho de uma pessoa famosa, ao inves de se arrepender de ter atropelado qualquer ser vivo devido aa sua irresponsabilidade, como fazer o que se chama no Brasil de enforcement das leis?
    Estamos num mato sem cachorro. Se legalizar da pra fiscalizar, mas como no Brasil? Se nao legalizar, continua essa farsa. E agora?

  8. Daniel

    -

    20/09/2011 às 20:24

    Sinceramente, o gosto é horrível e o efeito bem atormentador. O tabagismo é muito parecido e quem fuma (ou já fumou) sabe que existe um “código de conduta” entre os fumantes. É triste. Desmitificar a maconha ajudaria a diminuir os crimes relacionados ao tráfico de drogas.

  9. luciano

    -

    11/09/2011 às 16:48

    Corre gente da redação, vamo tentar defender FHC de mais um mico geral. A Veja não se corrige mesmo… FHC NÃO!!!

  10. topazio

    -

    12/08/2011 às 14:38

    FHC é maconheiro há muito tempo, diz Cláudio Lembo

  11. Corinthians

    -

    30/07/2011 às 0:39

    Ailton,
    Eu sou contra a liberação.

  12. Ailton

    -

    29/07/2011 às 18:26

    Corinthians
    Se liberar e taxar pesadamente como você propõe, os traficantes continuariam em atividade, pois ninguém ia comprar as drogas legalizadas, já que traficantes, teria mais barato em sua “boca”.

  13. Corinthians

    -

    29/07/2011 às 13:07

    roby
    Quanto à este ponto, acredito que no caso da liberação (que eu sou contra) elas deveriam ser tributadas pesadamente para absorver o custo do tratamento – como teoricamente é feito com o cigarro (sabemos que o dinheiro não chega lá infelizmente).

  14. roby

    -

    29/07/2011 às 11:17

    Restam (pelo menos) algumas questões, tais como: sendo o uso da droga uma OPÇÃO do cidadão, porque a sociedade como um todo há de ser punida — na restrição dos seus direitos — para que os drogados recebam o inevitável tratamento? Será que o nosso calamitoso sistema de saúde comporta um golpe dessa magnitude? Ainda que a resposta a esta última pergunta pudesse receber resposta positiva, não teríamos outras necessidades mais prementes onde empregar o dinheirinho suado que recolhemos através de uma carga tributária ja escorchante? Não seria mais eficiente — e barato — investir em campanhas CONTRA a proliferação das drogas e punindo o tráfico de forma mais efetiva?

  15. Ailton

    -

    27/07/2011 às 14:17

    Os EUA são o pais que mais gastam dinheiro com prevenção das drogas, gastam R$200,0 bihlões anuais só com o controle das duas fronteias terrestres (secas)e dois litorais (marítimos). No entanto, entram em seu terrítorios cerca de 150 toneladas de maconha, 50 toneladas de cocína e 1,0 tonelada de ópium anualmente.
    O segundo, a comunidade Européia, gastam apenas U$60 bilhões.

  16. Mari Labbate

    -

    27/07/2011 às 11:34

    Amados irmãos SETTI e AUGUSTO NUNES: tenham a total certeza de que, juntos, salvaremos esse País das garras dessa terrível cobra de duas cabeças! FHC está apenas em um infeliz momento, em sua Vida! Orarei por ele, que tanto ajudou o Brasil. Grazie tante! ABBRACCIO!

  17. Kaos

    -

    27/07/2011 às 8:51

    Só quem conviveu ou convive com um dependente químico sabe a terrível doença que é a dependência química. Primeiramente há de se conheçer como funciona o nosso corpo, ou seja, NÃO EXISTE ALMA, ESPÍRITO, apenas complexíssimas reações e configurações QUÍMICO-ELÉTRICAS. Começem estudando o MECANISMO DE RECOMPENSA do cérebro. E esqueçam religião e outras falsidades. Muitos centros de tratamento e recuperação de dependentes químicos são de igrejas. Começou tudo errado!!!

  18. Mari Labbate

    -

    27/07/2011 às 8:51

    Querido SETTI, fui educadora por quase vinte anos, como professora de Língua Portuguesa, em escolas muncipais da periferia de São Paulo, e CONVIDO o irmão Fernando Henrique Cardoso a passar por essa experiência, por pelo menos um ano. Lançar teorias é muito fácil. O importante é criá-las, através de experimentações. Não é assim que o Método Científico atua? Tudo deve ser experimentado e testado, exaustivamente, para chegar-se às conclusões válidas. O irmão formado em Sociologia é professor das elites. Desejo vê-lo lecionar para os extremamente pobres, a fim de observar se suportaria. Eu amo a minha profissão, após ter quase apanhado de alunos; ter sido empurrada na escada, estando grávida; culminando com uma ameaça de morte, o que levou-me a exonerar-me, sendo professora efetiva. Na época, fomos à delegacia do bairro e eu não registrei a ocorrência da ameaça, porque não confiava na polícia. E FHC ainda defende a liberação da maconha (é liberação, sim, e porta para outras drogas), sem ter vivenciado, na carne, as suas letais consequências? O usuário de drogas é uma pessoa totalmente desligada das Energias Cósmicas, que, em vez de drogar-se mais, necessita de tratamento médico e de uma filosofia de VIDA, que pode ser ou não uma religião. Há anos comunico-me, através de vários meios, com FHC e ele não quis receber-me. Na última vez, mandou-me um recado pelo atencioso Xico, a quem sou muito agradecida. E vai à Rede Globo expor-se e expor a Sociedade Brasileira à essa medíocre solução? Propus-me a defender a teoria mais coerente, que é o tratamento médico e a Rede Globo também não quis receber-me, no Fantástico. A Rede Record também não quis receber-me. Em 2009, escrevi uma carta ao senhor Lulla, intercedendo junto ao irmão Cesare Battisti, para que fosse entregue à Justiça Italiana. Aproveitando a oportunidade, relatei-lhe os erros que estava cometendo. Agradeceu e também não quis receber-me. Outra carta, agora a José Serra, governador de São Paulo, também não quis receber-me. Outra carta a Aécio Neves: também não quis receber-me. Contatei as demais emissoras de televisão, que também não quiseram receber-me. Uma luz, no fim do túnel: o querido irmão Augusto Nunes comunicou-se comigo e estou aguardando o retorno para um encontro. UFA! CONSEGUI UMA PORTA ABERTA: A REVISTA VEJA! OBRIGADA!

  19. Corinthians

    -

    27/07/2011 às 4:48

    Bom, quanto à discriminalização, eu sou totalmente contra.
    Acho que na verdade o cerco deveria ser apertado, mas de verdade – colocar o exército nas fronteiras e aumentar o efetivo de polícia, aumentar a tecnologia no combate das plantações e na entrada de drogas, além do uso (um bafômetro de maconha seria ótimo) e multar pesadamente os usuários (o mais importante, mexer no bolso, tornar a droga mais cara do que ela é).
    O Brasil é muito grande para adotar medidas como Holanda ou Portugal, além de que, a própria experiência da Suécia mostra que na verdade o combate é o menos pior dos remédios.
    Quem sabe, em um futuro onde todos tenham acesso à informação e educação, com uma regulamentação rígida e responsabilizando os usuários pelos danos causados, aí sim poderíamos descriminalizar – não só a maconha, mas todas as drogas… mas como isso tá muito longe de acontecer por aqui, o jeito é mexer no bolso mesmo.

  20. Marcelo Meireles

    -

    26/07/2011 às 23:26

    Ricardo, vovê reparou que os baluartes da Legalização das Drogas não tem se pronunciado por esses dias ?
    -
    Carter,FHC,Clinton,Gavíria …
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    Repare que Paulo Coelho, que viu seu parceiro musical definhar até à morte afundado nas drogas, ta sumido esses dias.
    -
    Repare ainda, que o Fantástico homenageava Amy Winehouse no domingo, mas Dráuzio Varela, não deu nenhuma explicação, nenhum comentário.
    Podem alegar que “não tava na pauta” ou que a participação dele é pré-gravada.
    Balela.
    -
    Se a morte de Amy Winehouse tivesse sido degolada por traficantes de uma favela qualquer, aí sim. Estariam todos eles tecendo seus sábios pareceres, e expondo suas opiniões sem temor.
    -
    O problema, é que a despeito de sua infeliz opção em se afundar nas drogas, Amy Winehouse causou comoção, compaixão com sua estúpida morte.
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    Uma moça talentosa, sadia há 5 anos atrás ; terminou sua vida se arrastando como um zumbi, sem conseguir cantar. Um fiapo humano.
    -
    Fica muito difícil defender Legalização de Drogas num momento desses.
    -
    As drogas precisam ser tenazmente combatidas e depreciadas não pelo Estado, mas pela SOCIEDADE.
    -
    Vivemos uma era de glamourização do porre. Não é só Amy e o Clube dos 27. Está nos reality shows, em vários hits musicais, no boca a boca dos baladeiros.
    Uns meses atrás, no Domingão do Faustão havia um médico ensinando como curar uma ressaca de forma mais rápida. E tome brincadeira de todo tipo, trazendo “leveza” a uma droga perigosíssima e antiga. O álcool.
    -
    Portanto, tudo o que o mundo não precisa agora, é essa estapafúrdia idéia de FHC e seus amigos.
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    Eu entendo perfeitamente a proposta dele. Ela tem sentido no papel. Tem lógica na teoria.
    -
    Agora, vai lá e pergunta os familiares da Amy Winehouse, ou qualquer pai que viu seu filho definhar até à morte, se eles topam encabeçar um “abaixo-assinado” a favor da Legalização das Drogas.
    -
    Filho sem pai é órfão. Mulher sem marido é viúva.
    -
    E pai que perde filho ? Tem nome pra isso ?
    -
    Não tem. É tão sem lógica, que não há nome pra isso.
    -
    Pois é. Drogas são especialistas em produzir pais sem filhos.
    -

  21. jefff

    -

    26/07/2011 às 21:28

    Ele propoe aquilo que muita gente propoe e eu concordo com a resalva que se fosse um petista até vc criticaria. A guerra contra as drogas é uma idiotice pois qualquer pessoa em qualquer grande cidade nos estados unidos e europa compra drogas facilmente.

    Caro Jefff, eu não criticaria, se fosse um petista, não. Felizmente não tenho esses antolhos. Concordo com você totalmente quanto à idiotice da “guerra contra as drogas” — a guerra mais perdida de todos os tempos: gastou-se um TRILHÃO de dólares, e aumentou o número de viciados, aumentou o número de traficantes, aumentou o número de mortes em decorrência do vício, aumentou enormemente o número de mortes devido a guerras de gangues e outros confrontos que se devem ao tráfico.
    Abraço

  22. Ailton

    -

    26/07/2011 às 20:13

    Aos amigos.
    Respeito!!! é preciso ler e assistir aos videos para entender o que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propõe para o fim da violência provocada pelo uso indiscriminado de drogas.
    A todos, peço que venham sem preconceitos, sem politicagens prá esse assunto, todas as idéias que venham solucionar esse grande problema social, serão bem vindas e FHC, com todo direito, deu a idéia dele, Deêm as suas também.

    Abraços.

  23. Corinthians

    -

    26/07/2011 às 20:06

    Parabéns pela iniciativa Setti.
    Hoje muitas oiniões são baseadas em boatos, em o que não ocorreu ou no que não foi dito.
    Esclarecer as coisas é fundamental.
    Parabéns.

  24. Reynaldo-BH

    -

    26/07/2011 às 19:13

    Em uma sociedade que foi levada a ser maniqueísta ou dicotômica, qualquer opinião ou argumento passa a ser visto como agressão às próprias opiniões. Não aceita-se mais o cinza: é preto ou branco! Não se vê a porta meio aberta: está fechada ou escancarada! Não se pensa: se torce como um adepto de algum clube de futebol!
    A vida não é assim! Ainda bem.
    Idéias precisam de debates. Posições, de defesas. E de argumentos. bastam que sejam éticos e intelectualmente defensáveis. Admiro FHC. O tenho como melhor governante que tivemos a sorte de ter. Nem por isso deixo dele discordar. E tenho certeza, se ele soubesse de minha existência e discordância, não se sentiria ofendido, ao contrário do Imperador de Garanhuns que considera divergências como ofensas pessoais!
    FHC apostou o prestígio e nome em uma discussão que somente corajosos e cientes da própria história se arriscariam a fazer.
    Só isto bastaria para ouvi-lo e aprender com ele.
    Porém, é mais que isso! Há coerência e consistência nos argumentos de FHC. Como sempre foi.
    Reduzir as imagens dramáticas (e reais) postadas aqui no blog a uma mera contestação a FHC e as posições po ele defendida, é minorizar a importância da discussão. E a qualidade do debatedor!
    Sou contra a liberalização das drogas. E estou pronto a rever esta visão, caso FHC (e outros sérios pensadores) me convencerem de seus (deles) argumentos.
    Acho que é nisto que reside a beleza do crescimento com ser humano, sem ser uma(ou um) Pollyana a acreditar em milagres! É somente o exercício de viver!
    Jamais achei que seria um “liberou geral”! FHC tem como escopo moral e intelectual muito mais que bandeiras de passeatas ou movimentos mediáticos. Tem algo – sempre! – a dizer!
    A sorte é que também tem a abertura para divergências.
    Assim se faz (ou fez) um intelectual que nos orgulha.
    Que sejamos aprendizes! Já seria um bom começo!


 

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