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O jazz sem limites de John Pizzarelli

O guitarrista, vocalista e compositor fala sobre influências, inspirações e obras neste 'Veja Música'

Por Da Redação - Atualizado em 26 mar 2018, 18h32 - Publicado em 17 mar 2018, 17h49

John Pizzarelli, um dos maiores guitarristas do mundo do jazz contemporâneo, vai do rock à bossa nova neste ‘VEJA Música’. Músico boa-praça e filho do lendário guitarrista Bucky Pizzarelli, John fala como foi trabalhar com Paul McCartney, Michael McDonald, James Taylor, Natalie Cole e outros grandes nomes. Ele esteve no Brasil no início do mês para apresentar sua reinvenção do disco Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim, de 1967.

Além de Jobim, João Gilberto é outra grande inspiração brasileira de John e o músico se diverte ao lembrar de como se encantou por Amoroso desde o primeiro contato. “Era tarde da noite, estava indo de Nova York a Nova Jersey com meu pai e escutamos Bésame Mucho na rádio. Ficamos maravilhados. Meu pai me dizia para aumentar o volume, mas já estava no máximo. Ele disse para eu encontrar o disco no dia seguinte”.

Pizzarelli também comenta como não se prende aos standards de jazz e explica o processo de fazer versões de  músicas de gêneros diversos. Double Exposure, seu disco de 2012, conta com In Memory of Elizabeth Reed (dos Allman Brothers) e Alison (de Elvis Costello) jazzísticas, por exemplo. “Mas esse processo de transformação não funciona com toda canção. Não conseguiria fazer isso com Thriller“, ri o músico.

 

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