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Quem ganha esse jogo?

Com Lula preso, a disputa eleitoral fica mais clara. Acompanhe os destaques da 'Última Edição' de VEJA

Por Da Redação Atualizado em 13 abr 2018, 00h36 - Publicado em 12 abr 2018, 22h37

Com Lula preso, Geraldo Alckmin, Marina Silva e Henrique Meirelles no páreo, a disputa eleitoral fica mais clara. A novidade é o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) , que tentará capturar os votos do Partido dos Trabalhadores (PT), o único dos grandes partidos que ainda é uma carta aberta neste baralho. A legenda ainda precisa decidir quem e se terá candidato em outubro.

Com o petista fora do páreo, políticos e analistas concordam que a campanha começará sob o signo da imprevisibilidade: sem favoritos, sem vagas cativas no segundo turno e sem definição sobre quais serão os candidatos e as coligações partidárias. São tantas as incertezas que o Datafolha, ao registrar sua mais recente pesquisa, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que testaria duas dezenas de nomes em suas entrevistas.

Nesse cenário de dúvidas, uma certeza emerge com clareza: em meio a tantas candidaturas, vai se destacar do pelotão quem reunir a maior parte do espólio eleitoral de Lula.

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