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Bullet journal: A vida por escrito

Fugindo das agendas on-lines, jovens passam a organizar a vida, os compromissos e projetos em um caderninho personalizado

Por Da Redação - 25 jan 2019, 14h07

O método Bullet Journal foi criado pelo designer americano Ryder Carroll, que o definiu como um método voltado para produtividade e autoconhecimento. Em tradução literal, significa “diário em tópicos“. A ideia é aliar as funções de uma agenda a um diário.

As hashtags #bujo e #bulletjournal já foram usadas mais de 3 milhões de vezes no Instagram. A febre dos Bullet Journals está reabilitando até a decadente indústria das agendas tradicionais com a produção de cadernos semipreparados, os chamados planners, que já vêm divididos por períodos, com marcadores, quadradinhos de checagem, listas e tabelas impressas e mensagens motivacionais para estimular os desanimados.

Ao contrário do bullet journal, os planners já trazem um sistema de organização pré-estabelecido. São mais práticos do que o bullet journal, mas mais flexíveis do que as agendas. As pesquisas confirmam que escrever metas e compromissos é um hábito saudável. Abstrair-se do ambiente digital dá ao cérebro uma necessária pausa no excesso de estímulos que recebe. Além disso, escrever a mão ativa mais áreas do cérebro do que digitar no celular. Vida longa ao papel e caneta.

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