80 tiros e nenhuma desculpa
VEJA acompanhou o enterro e manifestações após a morte do músico Evaldo dos Santos Rosa
Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, estava a caminho de um chá de bebê com a esposa, o filho de sete anos e uma amiga da família, quando o carro em que eles estavam foi fuzilado por 80 tiros no último domingo, em Guadalupe, no Rio de Janeiro. Evaldo, mais conhecido como Manduca, morreu no local. Os autores dos disparos foram militares do Exército. Somente seis dias após a tragédia, o presidente da República, Jair Bolsonaro, se manifestou: “O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e a gente não pode acusar o povo de assassino. Houve um incidente. Houve uma morte. Lamentamos ser um cidadão trabalhador, honesto”, afirmou.






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