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As escravidões do Brasil

Organizadores do 'Dicionário da Escravidão e Liberdade' falam das variadas experiências de submissão e resistência dos escravos no país

Por Redação, Jerônimo Teixeira Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 Maio 2018, 15h00 • Atualizado em 29 Maio 2018, 15h00

Com 50 textos breves de 46 autores, Dicionário da Escravidão e Liberdade (Companhia das Letras) apresenta os mais recentes desdobramentos dos estudos históricos sobre o regime escravocrata no Brasil. Nesta entrevista a Jerônimo Teixeira, do Clube do Livro, os organizadores do livro – a antropóloga Lilia Schwarcz (USP) e o historiador Flávio Gomes (UFRJ) – discorrem sobre as variadas experiências humanas que se desenvolveram sob o regime escravocrata ao longo de quatro séculos – experiências tão variadas, argumenta Gomes, que nem se deve falar em escravidão no singular, mas em escravidões.

Instituição perversa que subjugava negros e índios, o escravismo foi, dizem os autores, inescapável no Brasil – não houve região do país ou atividade econômica que tenha ficado sem sua marca. O Dicionário atesta o acerto do abolicionista Joaquim Nabuco: “A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil”.

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