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Carta ao Leitor: A ameaça asiática

Movido a investimentos em educação, pesquisa e desenvolvimento, avanço chinês tem sido tão sólido que provocou uma reação do outro lado do mundo, nos EUA

Por Da Redação - Atualizado em 4 out 2019, 12h03 - Publicado em 4 out 2019, 11h38

Potência no século XIII, a China encantou muitos viajantes como o veneziano Marco Polo. A partir da dinastia Ming, um século depois, o império mergulhou num período de ostracismo de mais de 700 anos, agravado pela pobreza e pela fome. A revolução comunista, em 1949, não mudou muita coisa em suas primeiras décadas.

O país só começou a se desenvolver em 1978 quando Deng Xiaoping promoveu várias reformas econômicas. Em um sistema híbrido, a ditadura socialista adotou uma economia de mercado aberta a investimentos estrangeiros. Deu muito certo. O país chegou a crescer 14% ao ano, transformando-se no segundo maior PIB do mundo. Nesse período, era visto como um paraíso das cópias de baixíssima qualidade.

Essa China ficou para trás. Hoje, está na vanguarda de diversas tecnologias, que vão do 5G à exploração espacial. Nesta edição, VEJA publica uma reportagem explicando o porquê dessa transformação.

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