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Um quarto dos usuários afirma usar menos redes sociais

Dado é revelado por pesquisa internacional da Gartner

Por Da Redação - 16 ago 2011, 19h22

Cerca de um quarto dos usuários de redes sociais acessa menos sites como Facebook, Twitter, YouTube e Orkut do que na ocasião em que se cadastrou nesses serviços. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Gartner, que ouviu 6.295 voluntários, de 13 a 74 anos, em 11 mercados emergentes – o que inclui o Brasil.

Os jovens, no entanto, continuam entre os entusiastas. Eles são maioria entre os 37% que disseram ter aumentado a frequência com que visitam os endereços. “Os adolescentes e as pessoas na faixa dos 20 anos são mais propensas a acessar redes sociais”, destaca Charlotte Patrick, pesquisador da Gartner. Já entre os usuários mais antigos é possível perceber certa fatiga, avalia Brian Blau, diretor de pesquisas do instituto.

Entre os 1.510 usuários que afirmaram usar menos as redes sociais, 31% pertencem ao grupo de aspirantes (jovens que circulam em vários ambientes virtuais, também conhecidos como early adopters). O dado chamou a atenção dos pesquisadores, que alertam para a necessidade da inovação nas redes sociais, a fim de que as plataformas continuem interessantes para os consumidores.

A proteção dos dados é uma das principais razões para os internautas desistirem das redes, segundo a pesquisa da Gartner. Do total de entrevistados, 33% disseram estar preocupados com questões de privacidade na internet. “O nível de preocupação dos consumidores requer vigilância por parte das empresas que gerenciam esses sites. As companhias têm de aprender o que não fazer com o Facebook, que testa o limite de tolerância de seus usuários em busca de mais receita”, diz Patrick.

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Brasil – A pesquisa também avaliou o mercado brasileiro, onde foram ouvidas 581 pessoas. O Orkut segue como líder entre as redes mais populares no país, seguida de YouTube e Facebook. O Brasil aparece como um dos locais com maior entusiasmo para a adoção dos sites e de ferramentas de mensagens instantâneas, como o MSN, principalmente entre usuários de até 40 anos. Entre os entrevistados, 46% mostraram estar preocupados com questões de privacidade nas redes sociais.

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