Tinder vai passar a exigir reconhecimento facial para validar perfis; entenda a mudança
Nova ferramenta não tem previsão de chegada ao Brasil, mas promete mais segurança aos usuários
O Tinder está implementando um novo sistema de segurança que pode transformar a forma como as pessoas se conectam no aplicativo: o reconhecimento facial obrigatório. A ferramenta, chamada Face Check, está sendo testada na Califórnia, nos Estados Unidos, e tem como objetivo combater perfis falsos, bots e golpistas.
A tecnologia funciona por meio de um vídeo selfie gravado pelo próprio aplicativo de relacionamentos, que é analisado por inteligência artificial. O sistema identifica pontos específicos do rosto para verificar se a pessoa é real — e não uma criação gerada por IA ou alguém usando imagens enganosas. Depois de aprovada, o perfil recebe um selo azul, sinalizando que foi verificado com sucesso e um mapa facial criptografado é salvo, com o intuito de evitar fraudes futuras.
O processo, no entanto, não substitui a validação por documentos oficiais, mas por ser menos invasivo e mais ágil, já apresenta bons resultados na Colômbia e no Canadá, onde foram testados, diminuindo as denúncias de perfis suspeitos e com usuários confiando mais nas interações.
Por enquanto, não há data prevista para o lançamento da ferramenta no Brasil. O Tinder quer observar o desempenho e a aceitação do recurso nos Estados Unidos antes de decidir se irá para outras regiões. Caso passe no teste, a ferramenta de reconhecimento facial poderá se tornar obrigatório para todos os novos cadastros no mundo.
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