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Caso iFood: como o usuário deve proceder se tiver dúvidas

Empresa anunciou que incidente foi causado por funcionário de parceiro e garantiu que dados de pagamento e pessoais dos usuários não foram acessados

Por Da Redação 4 nov 2021, 19h15

O incidente do início desta semana envolvendo o aplicativo iFood gerou insegurança e dúvida nos usuários sobre como se deve proceder diante de situações semelhantes. Na terça-feira, 2, restaurantes listados no programa de entrega de refeições tiveram os nomes trocados por mensagens ofensivas a Lula e Marielle Franco, por mensagens antivacina e negacionistas, além de ofensas políticas.

O que parecia ser um ataque hacker, foi, segundo o próprio iFood, “causado por meio da conta de um funcionário de uma empresa prestadora de serviço de atendimento que tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma”. De acordo com a empresa, o acesso do parceiro comercial foi terminado e os acessos bloqueados.

Em suas redes sociais, o iFood esclareceu que “os meios de pagamento dos clientes estão seguros”. A empresa também garantiu que os meios de pagamento não são armazenados nos seus bancos de dados, são gravados apenas nos dispositivos dos usuários, o que descartaria o comprometimento de dados de cartões de crédito. “Também não há qualquer indício de vazamento da base de dados pessoais de clientes ou entregadores cadastrados na plataforma”, conclui a mensagem.


Para os usuários que ainda estão em dúvida sobre o que fazer, a empresa aconselha duas alternativas:

  • Cancelar a conta, o que pode ser feito na seção ajuda do aplicativo. Nesse caso, no entanto, a exclusão dos dados demora 45 dias para ser executada completamente.
  • Alterar as formas de pagamento na seção correspondente e excluir os cartões cadastrados ou substituí-los por outros.
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