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Apple começa a vender novos iPhones. E ações sobem

Valorização dos papéis da companhia, contudo, está longe de compensar perda da última semana

Por Da Redação 20 set 2013, 13h23

As ações da Apple registram alta de 0,66% na manhã desta sexta-feira, dia em que os novos iPhones 5s e 5C começam a ser vendidos em 11 países. Mas o crescimento no valor dos papéis não impressiona, uma vez que ele ocorre depois de queda de mais de 10%, registrada desde o anúncio dos aparelhos, na semana passada.

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Pela primeira vez, a China fará parte do lançamento dos smartphones, mas alguns analistas consideram que o preço do modelo de baixo custo, o 5C, ainda é muito alto. O dispositivo, com fundo plástico e colorido, custará 99 dólares em contratos de dois anos com as operadoras americanas de telefonia, e 549 dólares sem esse tipo de contrato. “Acho o preço do 5C muito alto, considerando que deveria ser a versão de baixo custo”, disse o australiano Aaron Taylor, um consultor de TI e renomado especialista em produtos da Apple.

Já o modelo premium, o iPhone 5S, será vendido a 199 dólares em contratos com operadoras, ou 649 dólares na versão desbloqueada. Os valores são referentes às versões mais simples dos dispositivos, com 16 GB de capacidade de armazenamento.

Até o fim do ano a empresa planeja vender os novos modelos em 100 países, incluindo o Brasil. Consumidores ao redor do mundo esperaram em filas durante toda a noite, em frente às lojas das operadoras de telefonia e das Apple Stores.

Segundo analistas de mercado, a procura pela versão dourada do modelo 5s na China é tão grande que a companhia já pediu a seus fornecedores para aumentar a produção desses aparelhos. Para o analista da Piper Jaffray, da consultoria americana Gene Munster, a Apple deve vender até 6 milhões de unidades durante o fim de semana, superando o recorde anterior de 5 milhões de unidades durante o lançamento do iPhone 5.

(Com Estadão Conteúdo)

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