Ministério da Saúde suspende vacinação de grávidas com a vacina de Oxford
Decisão ocorreu após a morte suspeita de uma gestante que recebeu o imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório AstraZeneca
O Ministério da Saúde decidiu suspender nesta terça-feira, 11, a vacinação de gestantes e puérperas com a vacina da Universidade de Oxford desenvolvida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. A decisão ocorreu após a morte de uma grávida que recebeu o imunizante. Ainda não há relação confirmada entre o óbito e o medicamento. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, classificou a retirada do uso por “cautela”.
Na noite de segunda-feira, 10, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária orientou que o uso “off-label”, isto é, fora da bula, da vacina em gestantes fosse suspenso por conta desse caso de efeito adverso classificado como suspeito. De acordo com Queiroga, as gestantes brasileiras elegíveis para vacinação — ou seja, com comorbidades— devem tomar a vacina da Sinovac Life Science, a CoronaVac, ou a vacina da Pfizer. Ambas aprovadas e distribuídas no Brasil atualmente.
Grávidas e puérperas que tomaram apenas uma dose devem ter o esquema vacinal suspenso.
A Anvisa afirmou, mais cedo, que o efeito adverso grave foi um acidente vascular cerebral hemorrágico que resultou em óbito fetal e da gestante. A mulher tinha 35 anos e residia no estado do Rio de Janeiro.
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