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Anvisa vai estudar pedido de comitê para que retome testes da CoronaVac

Agência analisará o pedido em conjunto com o Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, que já havia pedido a volta dos estudos

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 nov 2020, 23h04 • Atualizado em 11 nov 2020, 05h17
  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou nesta terça-feira, 10, que vai analisar o pedido do Comitê Internacional Independente, que recomendou ao órgão que autorize a retomada dos testes com a CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida em parceria pelo Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac.

    A análise será feita em conjunto com o Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, que já havia pedido a volta dos ensaios. O estudo clínico da vacina foi suspenso pela Anvisa na segunda-feira depois do anúncio da morte de um voluntário que participava do teste, o que foi considerado um “evento adverso grave”. VEJA confirmou mais cedo que a morte desse voluntário foi provocada por suicídio, segundo laudo produzido pelo Instituto Médico Legal (IML).

    Em entrevista coletiva em São Paulo, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que a decisão da Anvisa causou indignação. Segundo ele, o óbito do voluntário não tem relação com os testes da CoronaVac.

    O diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barras Torres, também em entrevista coletiva, disse que as informações repassadas pelo Instituto Butantan foram “insuficientes e incompletas” e que, por isso, a agência decidiu pela suspensão dos estudos: “As informações veiculadas foram consideradas, pela área técnica, insuficientes, incompletas, para que ontem fosse possível, de posse delas, continuar permitindo o desenvolvimento vacinal”.

    A diretora da Anvisa responsável pela área de vacinas, Alessandra Bastos, reforçou que a decisão foi técnica e seguiu protocolos internacionais. “Diante de um efeito adverso grave não esperado, suspende o estudo clínico. Diante de um efeito adverso grave esperado, segue com o estudo”,  explicou.

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