Supremo adia julgamento de Fernando Collor por corrupção
Denúncia contra ex-presidente da República, acusado de receber 29 milhões de reais de propina, se arrasta na Corte desde 2017
O Supremo Tribunal Federal ainda não tem data marcada para julgar o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que responde a processo por corrupção. O julgamento do senador estava marcado para o último dia 20 de outubro, mas foi suspenso para que entrasse na pauta a ação de inconstitucionalidade que reativou o Fundo Amazônia.
A assessoria do STF informou que a ação penal envolvendo o ex-presidente e atual senador dever ser pautada ainda esse ano, mas ainda não há uma definição da data. A denúncia contra Collor se arrasta no Supremo desde 2017. Ele é acusado de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, o senador recebeu 29 milhões de reais de propina por viabilizar um contrato com na BR Distribuidora, órgão para o qual indicava os diretores.
Uma decisão do ministro Edson Fachin, relator do processo, pode atrasar ainda mais o julgamento. O magistrado pediu manifestação a Procuradoria-Geral da República sobre uma petição apresentada por outro réu da mesma ação penal. Não há prazo fixado para a PGR se pronunciar.
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