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PT defende apoio a tucano para presidência da Alesp

Três dos 16 deputados estaduais petistas querem levar a decisão para o Diretório Estadual da sigla. Pelo apoio, o PT continuaria com a 1ª Secretaria da Casa

Por Da redação
20 fev 2017, 10h32 •
  • A maioria da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) defende apoio à eleição do tucano Cauê Macris na eleição para a presidência da Casa, marcada para o dia 15 de março. Pelo acordo, o partido, dono da segunda maior bancada, atrás do PSDB, manteria a 1ª Secretaria, posto que ocupa ininterruptamente desde 2002, e os 57 cargos comissionados vinculados à vaga.

    Três dos 16 deputados estaduais petistas, porém, querem levar a decisão para o Diretório Estadual da legenda. Assim, esperam ganhar tempo para mobilizar a militância contra o apoio a Macris. “Cauê e o pai dele (o deputado federal tucano Vanderlei Macris) são conhecidos pela militância antipetista”, disse o deputado José Américo Dias, que integra o grupo dissidente petista, ao lado de Carlos Neder e João Paulo Rillo.

    Aos 33 anos, Macris é um dos maiores adversários do PT no Estado. Em setembro do ano passado, o deputado publicou artigo no jornal Folha de S. Paulo, no qual diz que o “PT e seus associados”, entre eles, a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), “agem como um bandido que, ao furtar a carteira de alguém, grita ‘pega ladrão’“.

    Proporcionalidade

    O líder do PT na Assembleia Legislativa, José Zico Prado, disse que a decisão da bancada ainda não foi tomada, mas confirmou que a maioria defende o apoio ao tucano. “Ainda não tem uma posição, mas a maioria defende a proporcionalidade garantida nas urnas”, afirmou.

    Proporcionalidade é o critério pelo qual são escolhidos os cargos na Mesa Diretora da Alesp. Graças a isso, o PT tem mantido a 1.ª Secretaria, posto mais importante depois da presidência. A 1.ª Secretaria tem, atualmente, 57 pessoas ocupando cargos de comissão. O líder do PT, no entanto, nega que o objetivo da aliança seja a obtenção de empregos.

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    “Estamos discutindo a participação em comissões e outros postos que nos permitam fazer oposição ao governo Alckmin.” Os “rebeldes” da bancada petista contestam o argumento. “O PT só tem este aparato porque faz oposição conciliadora”, afirmou o deputado Rillo.

    (Com Estadão Conteúdo)

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