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Primeiro delegado a investigar caso Marielle será ouvido pelo STF nesta quarta

Giniton Lages chegou a ser indiciado pela PF por obstrução, mas não foi denunciado pela PGR; depoimento será como testemunha de Rivaldo Barbosa

Por Lucas Mathias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 25 set 2024, 11h48 - Publicado em 25 set 2024, 11h35

Primeiro delegado a apurar o caso Marielle Franco, Giniton Lages deve ser ouvido pelo Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, 25. Foi marcada para as 13h a audiência, para a qual ele foi convocado como testemunha a favor do ex-chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa. Preso desde o fim de março deste ano, Barbosa, além dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, foram denunciados como mandantes do assassinato da ex-vereadora do PSOL e seu motorista, Anderson Gomes, em 2018. Lages, por sua vez, é suspeito de ter obstruído as investigações.

A informação foi publicada inicialmente pela jornalista Vera Araújo, do jornal O Globo, e confirmada por VEJA. Giniton Lages era o titular da Delegacia de Homicídios da capital fluminense quando o crime aconteceu. Foi ele, portanto, que recebeu o caso inicialmente, começou a investigação e colheu os primeiros depoimentos — entre eles, os de Domingos e Chiquinho Brazão. O delegado chegou a ser indiciado ao fim do inquérito da Polícia Federal sobre o caso, por obstrução, mas não foi incluído na denúncia entregue ao STF pela Procuradoria-Geral da República.

O conselheiro do TCE/RJ Domingos Brazão, o deputado federal Chiquinho Brazão (União-RJ) e o delegado da Polícia Civil RIvaldo Barbosa
O conselheiro do TCE-RJ, Domingos Brazão, o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e o delegado da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa (Arte/Alerj, Câmara dos Deputados e Polícia Civil/.)

As acusações apontavam que os irmãos Brazão contrataram Ronnie Lessa para executar a ex-vereadora, com o conhecimento de Rivaldo Barbosa, que teria auxiliado no planejamento do crime. Lages, à época subordinado de Barbosa na hierarquia da Polícia Civil do Rio, teria atuado para prejudicar a investigação que estava em suas mãos, em vez de colher provas e elucidar o assassinato. Todos os envolvidos negam o crime. Barbosa, Chiquinho e Domingos estão presos em presídios federais, enquanto o julgamento se desenrola no Supremo.

As defesas dos irmãos Brazão, inclusive, também já haviam indicado o delegado Giniton Lages como testemunha. De acordo com a defesa de Domingos, ele também estará presente virtualmente na audiência. Havia uma dúvida sobre se isso seria possível, já que a Penitenciária Federal do Porto Velho, onde ele está, em Rondônia, passava por problemas na conexão de internet, o que foi normalizado na noite desta terça-feira.

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